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Cerca de 11,4 milhões de brasileiros dependem de aplicativos para ter uma renda

Uber, iFood, Facebook, Instagram e outros aplicativos são fundamentais para a vida financeira de brasileiros.

“A pandemia acelerou o cenário digital em 10 anos. Restaurantes que não imaginavam atender com delivery, se obrigaram a oferecer essa opção. Idosos que tinham resistência à tecnologia tiveram que se adaptar rapidamente.” Essa foi exatamente a conversa entre dois grandes empresários brasileiros em uma live no Instagram em março de 2020, no início da pandemia no país.


Os empreendedores Flavio Augusto, fundador da WiseUp, e Antonio Camarotti, CEO da Forbes Brasil, estavam certos. Pouco mais de um ano dessa conversa, o número de brasileiros que ganham dinheiro com a tecnologia cresceu e muito.


Segundo o levantamento da Pesquisa Locomotiva, com divulgação do Estadão e CNN Business, com esse crescimento durante o último ano, o Brasil tem hoje aproximadamente 20% de sua população adulta - o equivalente a 32,4 milhões de pessoas - que utilizam algum tipo de app para trabalhar. Em fevereiro do ano passado - ou seja, antes do início da pandemia de Covid-19 -, essa fatia era de 13%. Entre as ferramentas mais utilizadas para quem lança mão da tecnologia para encontrar uma atividade, 34% dos entrevistados citaram os apps de redes sociais, como o Facebook, e 33%, os de mensagens, como o WhatsApp. Também entram na conta as ferramentas de transporte, como Uber e 99, que foram utilizadas por 28% daqueles que acessaram os aplicativos para obter trabalho ou renda. Já 26% desse contingente recorreram a tecnologias de vendas online, como Mercado Livre e Magazine Luiza, e 14% às de entrega, caso de Rappi, iFood e Uber Eats. A pesquisa mostra ainda a relevância dos aplicativos no total da renda de milhares de pessoas. Dos 32,4 milhões de brasileiros que têm renda via aplicativos, 16% deles afirmaram que essa tem sido a única fonte de renda e outros 15% disseram que os aplicativos respondem por metade dos ganhos (leia quadro acima). Os aplicativos, contudo, também são usados como uma espécie de "bico". Para 24% dos entrevistados, os apps são apenas um trabalho eventual, utilizados para dar um impulso às vendas de um negócio que existe fora do mundo virtual, por exemplo.


Fonte: CNN Business

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